O mar bravo da Costa da Morte levou muitas vidas por diante. A partir de finais do século XIX, começárom a construir-se faróis para ajudar aos numerosos barcos que navegavam polas nossas costas.
Este percurso passa polos faróis da Costa da Morte. Deixamos fora os que estám situados em ilhas e ilhotes, como o das Lobeiras, na ria de Corcubiom ou o das Ilhas Sisargas, em Malpica.
Este roteiro cumpre fazê-lo de carro, porque é demasiado longo e com muitas costas para fazê-lo de bicicleta (se estás em boa forma e nom te importam os desníveis contínuos, animamos-te a fazê-lo e que nos contes os detalhes da tua viagem).
Neste percurso nom visitamos o Farol de Larinho, em Carnota, pois que seria necessário ir e voltar polo mesmo caminho, perdendo mais de umha hora no trajecto.
O roteiro pode fazer-se em um dia, parando com tranquilidade em cada um dos faróis para desfrutar da imensidade do mar.
Começamos em Corcubiom dirigindo-nos ao cabo Cee, passando polo Castelo do Cardeal.
Voltamos polo mesmo caminho até chegarmos à estrada principal, onde tomamos a direcçom Fisterra. Umha vez chegados à vila, veremos indicaçons para ir até o farol.
Construído devido à perigosidade dos baixos da Buxeirada, O Garrido e a rocha do Farelo ou Laje de Tourinhao.
Poderemos visitar também o Santuário da Virgem da Barca, na mesma ponta que o farol.
O primeiro do Estado que contou com luz eléctrica. O afundamento do Serpent apurou a sua construçom.
Ano 1994. Obra de César Portela, arquitecto do Cemitério de Fisterra.